Terça, 2 de Outubro de 2007
Ter 2 Out 2007
Ter 2 Out 2007
Segurança da informação não é especialidade da indústria de manufatura, como também não faz parte dos négocios do setor automobilistico. No entanto, para que possam manter o core business de suas operações, a seguraça, cada vez mais se torna fator crítico para as corporações e suas transações.
Algumas ações básicas podem dar maior segurança e tranqüilidade à corporação e ao usuário doméstico. Em geral, elas podem ser cpombatidas por meio de softwares protetores ou da configuração correta do computador.
Estas são algumas das técnicas empregadas por invasores de sistemas.
Cavalo-de-tróia
O cavala-de-tróia, ou trojam, é um programa disfarçado que executa alguma tarefa maligna. Um exemplo: o usuário roda um joguinho que conseguiu na Internet. O joguinho secretamente instala o cavalo-de-tróia, que abre uma porta TCP do micro para invasão.
Quebra de senha
O quebrador, ou cracker, de senha é um programa usado pelo hacker para descobrir uma senha do sistema.
Denial of service (DOS)
Ataque que consiste em sobrecarregar um servidor com uma quantidade excessiva de solicitações de serviços. Há muitas variantes, como os ataques distribuídos de negação do serviço (DDoS), paralisando os serviços de um site.
Phreaking
É o uso indevido de linhas telefônicas, fixas ou celulares. No passado, os phreakes empregavam gravadores de fita e outros dispositivos para produzir sinais de controle e enganar o sistema de telefonia. Hoje, o phreaking é uma atividade elaborada, que poucos hackers dominam.
Scanners de portas
Os scanners são programas que buscam portas TCP abertas por onde pode ser feita uma invasão. Para que a aventura não seja percebida pela vítima, alguns scanners testam as portas de um computador durante muitos dias, em horários diferentes.
Sniffing
O sniffer é um programa ou dispositivo que analisa o tráfego na rede. Sniffers são úteis para gerenciamento de redes. Mas nas mãos de hackers, permitem roubar senhas e outras informações sigilosas.
Mail bomb
É a técnica de inundar um computador com mensagens eletrônicas. Em geral, o agressor usa um script para gerar um fluxo contínuo de mensagens e abarrotar a caixa postal de alguém.
Vê-se que o desafio não é tão simples. Pela própria natureza, embora muitas empresas de TI estejam se esforçando para mudar esta realidade, a segurança da informação é reativa. É preciso que as ações corporativas sejam direcionadas por um Plano Diretor de Segurança, de forma que possam estar à frente de determinadas situações de emergência e risco, uma postura mais pró-ativa que reativa.
Ter 2 Out 2007