Outubro de 2007


7. Vírus

Vírus é um programa capaz de infectar outros programas e arquivos de um computador. Para realizar a infecção, o vírus embute uma cópia de si mesmo em um programa ou arquivo, que quando executado também executa o vírus, dando continuidade ao processo de infecção.

7.1. Como um vírus pode afetar um computador?

Normalmente o vírus tem controle total sobre o computador, podendo fazer de tudo, desde mostrar uma mensagem de “feliz aniversário”, até alterar ou destruir programas e arquivos do disco.

7.2. Como o computador é infectado por um vírus?

Para que um computador seja infectado por um vírus, é preciso que de alguma maneira um programa previamente infectado seja executado. Isto pode ocorrer de diversas maneiras, tais como:

* abrir arquivos anexados aos e-mails;
* abrir arquivos do Word, Excel, etc;
* abrir arquivos armazenados em outros computadores, através do compartilhamento de recursos;
* instalar programas de procedência duvidosa ou desconhecida, obtidos pela Internet, de disquetes, ou de CD-ROM;
* esquecer um disquete no drive A: quando o computador é ligado;

Novas formas de infecção por vírus podem surgir. Portanto, é importante manter-se informado através de jornais, revistas e dos sites dos fabricantes de antivírus.

7.3. Um computador pode ser infectado por um vírus sem que se perceba?

Sim. Existem vírus que procuram permanecer ocultos, infectando arquivos do disco e executando uma série de atividades sem o conhecimento do usuário. Ainda existem outros tipos que permanecem inativos durante certos períodos, entrando em atividade em datas específicas.

7.4. O que é um vírus propagado por e-mail?

Um vírus propagado por e-mail (e-mail borne virus) normalmente é recebido como um arquivo anexado à uma mensagem de correio eletrônico. O conteúdo dessa mensagem procura induzir o usuário a clicar sobre o arquivo anexado, fazendo com que o vírus seja executado. Quando este tipo de vírus entra em ação, além de infectar arquivos e programas, envia cópias de si mesmo para todos os contatos encontrados nas listas de endereços de e-mail armazenadas no computador.

É importante ressaltar que este tipo específico de vírus não é capaz de se propagar automaticamente. O usuário precisa executar o arquivo anexado que contém o vírus, ou o programa de e-mail precisa estar configurado para auto-executar arquivos anexados.

7.5. O que é um vírus de macro?

Uma macro é um conjunto de comandos que são armazenados em alguns aplicativos, e utilizados para automatizar algumas tarefas repetitivas. Um exemplo seria, em um editor de textos, definir uma macro que contenha a seqüência de passos necessários para imprimir um documento com a orientação de retrato e utilizando a escala de cores em tons de cinza.

Um vírus de macro é escrito de forma a explorar esta facilidade de automatização e é parte de um arquivo que normalmente é manipulado por algum aplicativo que utiliza macros. Para que o vírus possa ser executado, o arquivo que o contém precisa ser aberto e, a partir dai, o vírus pode executar uma série de comandos automaticamente e infectar outros arquivos no computador.

Existem alguns aplicativos que possuem arquivos base (modelos) que são abertos sempre que o aplicativo é executado. Caso este arquivo base seja infectado pelo vírus de macro, toda vez que o aplicativo for executado, o vírus também será.

Arquivos nos formatos gerados pelo Microsoft Word, Excel, Powerpoint e Access são os mais suscetíveis a este tipo de vírus. Arquivos nos formatos RTF, PDF e PS são menos suscetíveis, mas isso não significa que não possam conter vírus.

4. Cookies

Cookies são pequenas informações que os sites visitados por você podem armazenar em seu browser. Estes são utilizados pelos sites de diversas formas, tais como:

* guardar a sua identificação e senha quando você vai de uma página para outra;
* manter listas de compras ou listas de produtos preferidos em sites de comércio eletrônico;
* personalizar sites pessoais ou de notícias, quando você escolhe o que quer que seja mostrado nas páginas;
* manter a lista das páginas vistas em um site, para estatística ou para retirar as páginas que você não tem interesse dos links.

A parte III desta Cartilha (Privacidade) apresenta alguns problemas relacionados aos cookies, bem como algumas sugestões para que se tenha maior controle sobre eles.

5. Engenharia Social

O termo é utilizado para descrever um método de ataque, onde alguém faz uso da persuasão, muitas vezes abusando da ingenuidade ou confiança do usuário, para obter informações que podem ser utilizadas para ter acesso não autorizado a computadores ou informações.

5.1. Que exemplos podem ser citados sobre este método de ataque?

O primeiro exemplo apresenta um ataque realizado por telefone. Os outros dois exemplos apresentam casos onde foram utilizadas mensagens de e-mail.

Exemplo 1: algum desconhecido liga para a sua casa e diz ser do suporte técnico do seu provedor. Nesta ligação ele diz que sua conexão com a Internet está apresentando algum problema e, então, pede sua senha para corrigí-lo. Caso você entregue sua senha, este suposto técnico poderá realizar uma infinidade de atividades maliciosas, utilizando a sua conta de acesso à Internet e, portanto, relacionando tais atividades ao seu nome.

Exemplo 2: você recebe uma mensagem de e-mail, dizendo que seu computador está infectado por um vírus. A mensagem sugere que você instale uma ferramenta disponível em um site da Internet, para eliminar o vírus de seu computador. A real função desta ferramenta não é eliminar um vírus, mas sim permitir que alguém tenha acesso ao seu computador e a todos os dados nele armazenados.

Exemplo 3: você recebe uma mensagem e-mail, onde o remetente é o gerente ou o departamento de suporte do seu banco. Na mensagem ele diz que o serviço de Internet Banking está apresentando algum problema e que tal problema pode ser corrigido se você executar o aplicativo que está anexado à mensagem. A execução deste aplicativo apresenta uma tela análoga àquela que você utiliza para ter acesso a conta bancária, aguardando que você digite sua senha. Na verdade, este aplicativo está preparado para furtar sua senha de acesso à conta bancária e enviá-la para o atacante.

Estes casos mostram ataques típicos de engenharia social, pois os discursos apresentados nos exemplos procuram induzir o usuário a realizar alguma tarefa e o sucesso do ataque depende única e exclusivamente da decisão do usuário em fornecer informações sensíveis ou executar programas.

A parte IV desta Cartilha (Fraudes na Internet) apresenta algumas formas de se prevenir contra este tipo de ataque.

6. Vulnerabilidade

Vulnerabilidade é definida como uma falha no projeto ou implementação de um software ou sistema operacional, que quando explorada por um atacante resulta na violação da segurança de um computador.

Existem casos onde um software ou sistema operacional instalado em um computador pode conter uma vulnerabilidade que permite sua exploração remota, ou seja, através da rede. Portanto, um atacante conectado à Internet, ao explorar tal vulnerabilidade, pode obter acesso não autorizado ao computador vulnerável.

A parte II desta Cartilha (Riscos Envolvidos no Uso da Internet e Métodos de Prevenção) apresenta algumas formas de identificação de vulnerabilidades, bem como maneiras de prevenção e correção

3. Certificado Digital

O certificado digital é um arquivo eletrônico que contém dados de uma pessoa ou instituição, utilizados para comprovar sua identidade.

Exemplos semelhantes a um certificado são o RG, CPF e carteira de habilitação de uma pessoa. Cada um deles contém um conjunto de informações que identificam a pessoa e alguma autoridade (para estes exemplos, órgãos públicos) garantindo sua validade.

Algumas das principais informações encontradas em um certificado digital são:

* dados que identificam o dono (nome, número de identificação, estado, etc);
* nome da Autoridade Certificadora (AC) que emitiu o certificado (vide seção 3.1);
* o número de série do certificado;
* o período de validade do certificado;
* a assinatura digital da AC.

O objetivo da assinatura digital no certificado é indicar que uma outra entidade (a Autoridade Certificadora) garante a veracidade das informações nele contidas.

3.1. O que é Autoridade Certificadora (AC)?

Autoridade Certificadora (AC) é a entidade responsável por emitir certificados digitais. Estes certificados podem ser emitidos para diversos tipos de entidades, tais como: pessoa, computador, departamento de uma instituição, instituição, etc.

Os certificados digitais possuem uma forma de assinatura eletrônica da AC que o emitiu. Graças à sua idoneidade, a AC é normalmente reconhecida por todos como confiável, fazendo o papel de “Cartório Eletrônico”.

3.2. Que exemplos podem ser citados sobre o uso de certificados?

Alguns exemplos típicos do uso de certificados digitais são:

* quando você acessa um site com conexão segura, como por exemplo o acesso à sua conta bancária pela Internet (vide parte IV desta Cartilha: Fraudes na Internet), é possível checar se o site apresentado é realmente da instituição que diz ser, através da verificação de seu certificado digital;
* quando você consulta seu banco pela Internet, este tem que assegurar-se de sua identidade antes de fornecer informações sobre a conta;
* quando você envia um e-mail importante, seu aplicativo de e-mail pode utilizar seu certificado para assinar “digitalmente” a mensagem, de modo a assegurar ao destinatário que o e-mail é seu e que não foi adulterado entre o envio e o recebimento.

Se a chamada Web 2.0 é o palco para a ascensão dos conteúdos gerados por usuários, para a troca de informações de internauta para internauta em volumes nunca antes registrados e para o fortalecimento sem precedentes das relações virtuais, o celular pode ser considerado um dos personagens centrais dessa trama.

2. Senhas

Uma senha (password) na Internet, ou em qualquer sistema computacional, serve para autenticar o usuário, ou seja, é utilizada no processo de verificação da identidade do usuário, assegurando que este é realmente quem diz ser.

Se você fornece sua senha para uma outra pessoa, esta poderá utilizá-la para se passar por você na Internet. Alguns dos motivos pelos quais uma pessoa poderia utilizar sua senha são:

* ler e enviar e-mails em seu nome;
* obter informações sensíveis dos dados armazenados em seu computador, tais como números de cartões de crédito;
* esconder sua real identidade e então desferir ataques contra computadores de terceiros.

Portanto, a senha merece consideração especial, afinal ela é de sua inteira responsabilidade.

2.1. O que não se deve usar na elaboração de uma senha?

O seu sobrenome, números de documentos, placas de carros, números de telefones e datas[1] deverão estar fora de sua lista de senhas. Esses dados são muito fáceis de se obter e qualquer pessoa tentaria utilizar este tipo de informação para tentar se autenticar como você.

Existem várias regras de criação de senhas, sendo que uma regra muito importante é jamais utilizar palavras que façam parte de dicionários. Existem softwares que tentam descobrir senhas combinando e testando palavras em diversos idiomas e geralmente possuem listas de palavras (dicionários) e listas de nomes (nomes próprios, músicas, filmes, etc.).

2.2. O que é uma boa senha?

Uma boa senha deve ter pelo menos oito caracteres[2] (letras, números e símbolos), deve ser simples de digitar e, o mais importante, deve ser fácil de lembrar.

Normalmente os sistemas diferenciam letras maiúsculas das minúsculas, o que já ajuda na composição da senha. Por exemplo, “pAraleLepiPedo” e “paRalElePipEdo” são senhas diferentes. Entretanto, são senhas fáceis de descobrir utilizando softwares para quebra de senhas, pois não possuem números e símbolos e contém muitas repetições de letras.

2.3. Como elaborar uma boa senha?

Quanto mais “bagunçada” for a senha melhor, pois mais difícil será descobrí-la. Assim, tente misturar letras maiúsculas, minúsculas, números e sinais de pontuação. Uma regra realmente prática e que gera boas senhas difíceis de serem descobertas é utilizar uma frase qualquer e pegar a primeira, segunda ou a última letra de cada palavra.

Por exemplo, usando a frase “batatinha quando nasce se esparrama pelo chão” podemos gerar a senha “!BqnsepC” (o sinal de exclamação foi colocado no início para acrescentar um símbolo à senha). Senhas geradas desta maneira são fáceis de lembrar e são normalmente difíceis de serem descobertas.

Mas lembre-se: a senha “!BqnsepC” deixou de ser uma boa senha, pois faz parte desta Cartilha.

2.4. Quantas senhas diferentes devo usar?

Procure identificar o número de locais onde você necessita utilizar uma senha. Este número deve ser equivalente a quantidade de senhas distintas a serem mantidas por você. Utilizar senhas diferentes, uma para cada local, é extremamente importante, pois pode atenuar os prejuízos causados, caso alguém descubra uma de suas senhas.

Para ressaltar a importância do uso de senhas diferentes, imagine que você é responsável por realizar movimentações financeiras em um conjunto de contas bancárias e todas estas contas possuem a mesma senha. Então, procure responder as seguintes perguntas:

* Quais seriam as conseqüências se alguém descobrisse esta senha?
* E se elas fossem diferentes, uma para cada conta, caso alguém descobrisse uma das senhas, um possível prejuízo teria a mesma proporção?

2.5. Com que freqüência devo mudar minhas senhas?

Você deve trocar suas senhas regularmente, procurando evitar períodos muito longos. Uma sugestão é que você realize tais trocas a cada dois ou três meses.

Procure identificar se os serviços que você utiliza e que necessitam de senha, quer seja o acesso ao seu provedor, e-mail, conta bancária, ou outro, disponibilizam funcionalidades para alterar senhas e use regularmente tais funcionalidades.

Caso você não possa escolher sua senha na hora em que contratar o serviço, procure trocá-la com a maior urgência possível. Procure utilizar serviços em que você possa escolher a sua senha.

Lembre-se que trocas regulares são muito importantes para assegurar a integridade de suas senhas.

2.6. Quais os cuidados especiais que devo ter com as senhas?

De nada adianta elaborar uma senha bastante segura e difícil de ser descoberta, se ao usar a senha alguém puder vê-la. Existem várias maneiras de alguém poder descobrir a sua senha. Dentre elas, alguém poderia:

* observar o processo de digitação da sua senha;
* utilizar algum método de persuasão, para tentar convencê-lo a entregar sua senha (vide seção 5.1);
* capturar sua senha enquanto ela trafega pela rede.

Em relação a este último caso, existem técnicas que permitem observar dados, à medida que estes trafegam entre redes. É possível que alguém extraia informações sensíveis desses dados, como por exemplo senhas, caso não estejam criptografados (vide parte III desta Cartilha: Privacidade).

Portanto, alguns dos principais cuidados que você deve ter com suas senhas são:

* certifique-se de não estar sendo observado ao digitar a sua senha;
* não forneça sua senha para qualquer pessoa, em hipótese alguma;
* certifique-se que seu provedor disponibiliza serviços criptografados, principalmente para aqueles que envolvam o fornecimento de uma senha.

[1] Qualquer data que possa estar relacionada com você, como por exemplo a data de seu aniversário ou de familiares.
[2] Existem serviços que permitem utilizar senhas maiores do que oito caracteres. Quanto maior for a senha, mais difícil será descobrí-la, portanto procure utilizar a maior senha possível.

1. Segurança de Computadores

Um computador (ou sistema computacional) é dito seguro se este atende a três requisitos básicos relacionados aos recursos que o compõem: confidencialidade, integridade e disponibilidade.

A confidencialidade diz que a informação só está disponível para aqueles devidamente autorizados; a integridade diz que a informação não é destruída ou corrompida e o sistema tem um desempenho correto, e a disponibilidade diz que os serviços/recursos do sistema estão disponíveis sempre que forem necessários.

Alguns exemplos de violações a cada um desses requisitos são:

* Confidencialidade: alguém obtém acesso não autorizado ao seu computador e lê todas as informações contidas na sua Declaração de Imposto de Renda;
* Integridade: alguém obtém acesso não autorizado ao seu computador e altera informações da sua Declaração de Imposto de Renda, momentos antes de você enviá-la à Receita Federal;
* Disponibilidade: o seu provedor sofre uma grande sobrecarga de dados ou um ataque de negação de serviço e por este motivo você fica impossibilitado de enviar sua Declaração de Imposto de Renda à Receita Federal.

1.1. Por que devo me preocupar com a segurança do meu computador?

Computadores domésticos são utilizados para realizar inúmeras tarefas, tais como: transações financeiras, sejam elas bancárias ou mesmo compra de produtos e serviços; comunicação, por exemplo, através de e-mails; armazenamento de dados, sejam eles pessoais ou comerciais, etc.

É importante que você se preocupe com a segurança de seu computador, pois você, provavelmente, não gostaria que:

* suas senhas e números de cartões de crédito fossem furtados;
* sua conta de acesso à Internet fosse utilizada por alguém não autorizado;
* seus dados pessoais, ou até mesmo comerciais, fossem alterados, destruídos ou visualizados por estranhos, etc.

1.2. Por que alguém iria querer invadir meu computador?

A resposta para esta pergunta não é simples. Os motivos pelos quais alguém tentaria invadir seu computador são inúmeros. Alguns destes motivos podem ser:

* utilizar seu computador em alguma atividade ilícita, para esconder sua real identidade e localização;
* utilizar seu computador para lançar ataques contra outros computadores;
* utilizar seu disco rígido como repositório de dados;
* meramente destruir informações (vandalismo);
* disseminar mensagens alarmantes e falsas;
* ler e enviar e-mails em seu nome;
* propagar vírus de computador;
* furtar números de cartões de crédito e senhas bancárias;
* furtar a senha da conta de seu provedor, para acessar a Internet se fazendo passar por você;
* furtar dados do seu computador, como por exemplo informações do seu Imposto de Renda.

Série 60, ou Series 60 (em inglês), é uma família de celulares smartphones, poderosos, meio grandões, rodando sistema operacional Symbian. A maioria deles é fabricada pela Nokia. O site www.s60.com tem a lista completa. E esta classe de dispositivos roda um port do Python (PyS60).

Segurança da informação não é especialidade da indústria de manufatura, como também não faz parte dos négocios do setor automobilistico. No entanto, para que possam manter o core business de suas operações, a seguraça, cada vez mais se torna fator crítico para as corporações e suas transações.

Algumas ações básicas podem dar maior segurança e tranqüilidade à corporação e ao usuário doméstico. Em geral, elas podem ser cpombatidas por meio de softwares protetores ou da configuração correta do computador.

Estas são algumas das técnicas empregadas por invasores de sistemas.

Cavalo-de-tróia

O cavala-de-tróia, ou trojam, é um programa disfarçado que executa alguma tarefa maligna. Um exemplo: o usuário roda um joguinho que conseguiu na Internet. O joguinho secretamente instala o cavalo-de-tróia, que abre uma porta TCP do micro para invasão.

Quebra de senha

O quebrador, ou cracker, de senha é um programa usado pelo hacker para descobrir uma senha do sistema.

Denial of service (DOS)

Ataque que consiste em sobrecarregar um servidor com uma quantidade excessiva de solicitações de serviços. Há muitas variantes, como os ataques distribuídos de negação do serviço (DDoS), paralisando os serviços de um site.

Phreaking

É o uso indevido de linhas telefônicas, fixas ou celulares. No passado, os phreakes empregavam gravadores de fita e outros dispositivos para produzir sinais de controle e enganar o sistema de telefonia. Hoje, o phreaking é uma atividade elaborada, que poucos hackers dominam.

Scanners de portas

Os scanners são programas que buscam portas TCP abertas por onde pode ser feita uma invasão. Para que a aventura não seja percebida pela vítima, alguns scanners testam as portas de um computador durante muitos dias, em horários diferentes.

Sniffing

O sniffer é um programa ou dispositivo que analisa o tráfego na rede. Sniffers são úteis para gerenciamento de redes. Mas nas mãos de hackers, permitem roubar senhas e outras informações sigilosas.

Mail bomb

É a técnica de inundar um computador com mensagens eletrônicas. Em geral, o agressor usa um script para gerar um fluxo contínuo de mensagens e abarrotar a caixa postal de alguém.

Vê-se que o desafio não é tão simples. Pela própria natureza, embora muitas empresas de TI estejam se esforçando para mudar esta realidade, a segurança da informação é reativa. É preciso que as ações corporativas sejam direcionadas por um Plano Diretor de Segurança, de forma que possam estar à frente de determinadas situações de emergência e risco, uma postura mais pró-ativa que reativa.

O conceito de robôs é quase indissociável da idéia da ficção científica. Quem está na casa dos quarenta anos lembra com carinho de Rosie, a robô governanta dos Jetsons, e também de seu contraponto mais evoluído, os Replicantes do filme Blade Runner, que buscavam encontrar sua alma e ter sentimentos.

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